Cultura de Nilo

Sem clã
Qualquer cidadão de Nilo que nasça sem pertencer a um clã(1), não poderá ter um sobrenome e em certos casos até o próprio nome é apenas uma anunciação oral.
O nome está agregado a honra de um Kenjin, ao se perder o nome perde-se a identidade. Um Kenjin chefe de família tem por obrigação defende-la e se perde-la assim como seus bens deve-se cometer o ritual do Harakiri para restabelecer sua honra. Quando não se comete o suicídio ritual harakiri a família torna-se ronin e deverá ser avaliada antes de ser aceita ao Clã Renegado, que não é reconhecido, mas tolerado pelos demais.
Os cidadãos comuns de Nilo dedicam-se apenas aos serviços e possui pouco tempo de entretenimento, a cultura Kenjin visa o trabalho e a superioridade além de uma disciplina rígida e tradições milenares.
Os estrangeiros só são aceitos mediante autorização do Daymio (e é claro, se os Shinari permitirem), o estrangeirismo é visto como doença e qualquer estrangeiro terá dificuldades em se adptar devido aos costumes e hábitos diferentes dos Kenjin.

(1) uma criança sem clã é aquela cujo nascimento veio de um Kenjin e de um estrangeiro. Quando dois membros de clãs diferentes se unem, a esposa passa a pertencer ao clã do marido, porém isso é muito raro de ocorrer.

Ano novo Kenjin
Ocorre anualmente durante o solstício de verão.
O único período em que se para o trabalho em Nilo, celebra-se a passagem do ano na contagem Kenijin e fundação do império Amaterasu. Festas com barracas de comidas e bebidas típicas, danças e espetáculos.
Há uma demonstração de luta desarmada que é muito apreciada. Muitas pessoas viajam longas distâncias para ver a festa que dura 4 dias (começando dois dias antes e dois dias depois).
Durante esse período as armas são proibidas em memória aos ancestrais, porém um Kenjin desarmado é o mesmo que um forasteiro portando armas.
A contagem de ano para os Kenjin é diferente em toda ERA, eles nunca pararam que contar os anos, desta forma, no calendário Kenijim o ano é de 4.632 do ano do Dragão, quando surgiu o império.

Casamento em Nilo
Os casamentos em Nilo são arrumados entre os chefes de famílias dos Clãs. Raramente dois clãs se misturam, porém se isso ocorrer a mulher passa a ser parte do clã do marido.
Um dote deve ser pago a família do noivo. Isso se deve ao fato da esposa sair da proteção de seu pai e a partir daquela data ser responsabilidade do noivo.
O casamento é celebrado com ritos que duram 2 dias.
Outras culturas- A esposa deve ser submissa a família e ao marido seu protetor. Estar sempre atendo ao mesmo e jamais dar as costas ao mesmo quando estiver em lugares públicos.
- As mulheres e crianças também são as últimas a sentarem-se a mesa para alimentar.
- Quando caminham na rua a esposa deve sempre vir atrás do marido seguida pelos filhos.
- As filhas, enquanto não se casam, são responsabilidades do marido pela sua segurança. Assim como a esposa e os filhos com menos de 14 anos. Um filho com 15 anos já tem capacidade para se defender sozinho e geralmente será casado e passará a constituir sua própria família.

 

Governo
O DAaymio é principal poder da cidade de Nilo, o posto é dado ao membro eleito no clã imperial e depois aceito pelos demais clãs. O Daymio é responsável pelo poder geral e representação de Nilo em toda ERA. Seu dever é intermediar as disputas e as questões externas do cotidiano da Cidade. Manter a ordem e estabilidade dos poderes é uma questão de honra.A conduta do Daymio é sempre avaliada.
O Daymio é o sensei máximo e todo samurai deve. Qualquer desacato ao Daymio considerado um ato de de desonra e punido com a morte.
Os senhores do clã são os mais poderosos abaixo do Daymio e através dele que as ordens do Daymio são executadas. O Daymio possui uma guarda pessoal denominada Juponggatana, 10 samurais de elite de cada clã que são responsáveis pela vida do Daymio e devem dar a vida por ele se necessário.

Diplomacia
Quando um nobre é dotado de muita inteligência e carisma um convite do Daymio pode ser enviado a sua pessoa. O Diplomata Kenjin é a voz do império além das fronteiras de nilo. Treinado pra notar o sentimento humano e dotado de uma disciplina impecável, o diplomata imperial apresenta-se primeiro com seus títulos e após isso demonstra os costumes de sua terra como a cerimonia do chá. Após o período de apresentações o diplomata kenjin usa de sua lábia feroz para trazer mais luz e prosperidade a sua cidade pátria. Os diplomatas imperiais estão entre os maiores de ERA, por vezes contratados para representar a nação Belthoriana.

Religião
O culto a Morom e aos espíritos ancestrais é a forma mais comum da religião e costumes dos Kenjin. O espiritualismo e a mediação Zen fazem parte do cotidiano de cada cidadão. Os ancestrais devem ser respeitados e seus atos podem desonrar toda família, conselhos espirituais são dados pelos shensei no templos de Moron. Os kenjin são educados e cordiais até com seu pior inimigo, para que o seu CHI (força espiritual) sempre seja equilibrado.
O Rei ki é o positivo, You ki o negativo e o Mei Ki o neutro que é objetivo de cada kenjin manter o equilibrio necessário assim como Moron o fez ao ser iluminado pela sabedoria.

Justiça
A segurança de nilo fica com os magistrados que são chefes de polícia que a mando do Daymio, são eles os executores das leis. Os magistrados podem também pode julgar e condenar uma pessoa de acordo com as leis Kenjin.
Os executores são responsáveis pelos harakiris, o suícidio ritual dos kenjin em atos de desonra no qual o ritualista enfia uma wakizashi no ventre e o executor decapta o mesmo.

 

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